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Leitura: Retirado do Ofício das Leituras da Memória da Apresentação de Nossa Senhora

 


Dos Sermões de Santo Agostinho, bispo
(Sermo 25,7-8: PL 46,937-938)            (Séc.V)

Aquela que acreditou em virtude da fé, também pela fé concebeu


Prestai atenção, rogo-vos, naquilo que Cristo Senhor diz, estendendo a mão para seus discípulos: Eis minha mãe e meus irmãos. Quem faz a vontade de meu Pai que me enviou, este é meu irmão, irmã e mãe (Mt 12,49-50). Acaso não fez a vontade do Pai a Virgem Maria, que creu pela fé, pela fé concebeu, foi escolhida dentre os homens para que dela nos nascesse a salvação e que foi criada por Cristo antes que Cristo nela fosse criado? Sim! Ela o fez! Santa Maria fez totalmente a vontade do Pai e por isto mais valeu para ela ser discípula de Cristo do que mãe de Cristo; maior felicidade gozou em ser discípula do que mãe de Cristo. Assim Maria era feliz porque, já antes de dar à luz o Mestre, trazia-o na mente.


Vede se não é assim como digo. O Senhor passava acompanhado pelas turbas, fazendo milagres divinos, quando certa mulher exclamou: Bem-aventurado o seio que te trouxe. Feliz o ventre que te trouxe! (Lc 11,27) O Senhor, para que não se buscasse a felicidade na carne, que respondeu então? Muito mais felizes os que ouvem a palavra de Deus e a guardam (Lc 11,28). Por conseguinte, também aqui é Maria feliz, porque ouviu a palavra de Deus e a guardou. Guardou a verdade na mente mais do que a carne no seio. Verdade, Cristo; carne, Cristo; a verdade-Cristo na mente de Maria; a carne-Cristo no seio de Maria. É maior o que está na mente do que o trazido no seio.


Santa Maria, feliz Maria! Contudo, a Igreja é maior que a Virgem Maria. Por quê? Porque Maria é porção da Igreja, membro santo, membro excelente, membro supereminente, mas membro do corpo total. Se ela pertence ao corpo total, logo é maior o corpo que o membro. A cabeça é o Senhor; e o Cristo total, é a cabeça e o corpo. Que direi? Temos cabeça divina, temos Deus por cabeça!


Portanto, irmãos, dai atenção a vós mesmos. Também vós sois membros de Cristo, também vós sois corpo de Cristo. Vede de que modo o sois. Diz: Eis minha mãe e meus irmãos (Mt 12,49). Como sereis mãe de Cristo? Todo aquele que ouve e faz a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão e irmã e mãe (cf. Mt 12,50). Pensai: entendo irmão, entendo irmã; é uma só a herança, e é essa a misericórdia de Cristo que, sendo único, não quis ficar sozinho; quis que fôssemos herdeiros do Pai, co-herdeiros seus.


Guia de estudos para as Confissões de Santo Agostinho: Livro IX

 


LIVRO 9:
O BATISMO E A VOLTA PARA A ÁFRICA

Resumo: Agostinho finalmente se converteu, e agora agradece a Deus pela sua graça. Decide abandonar a carreira de professor de retórica, e passa a viver em uma casa no campo com Alípio e outros amigos. Nesse tempo, sofre também com problemas na garganta, devido ao seu uso constante na oratória, e que usará como desculpa para deixar as suas aulas. Fala sobre dois amigos, Verecundo e Nebrídio, que têm reações diferentes à sua conversão: Verecundo é dono da fazenda onde estão hospedados, e não deseja que eles se convertam, enquanto Nebrídio se aproxima cada vez mais dos amigos e abraça a fé definitivamente. Começa a rezar os salmos, e pede conselho de leituras de santo Ambrósio, que lhe recomenda o livro de Isaías, mas não consegue lê-lo ainda. Finalmente, pede o Batismo junto com Alípio e seu filho Adeodato, e reflete sobre os sentimentos e emoções experimentados no Batismo, recebido no Sábado Santo. Fala também sobre Adeodato, que faleceria pouco tempo depois. Testemunha a introdução do canto litúrgico e dos Salmos em Milão, que antes era um costume somente dos orientais. Também presencia alguns milagres diante das relíquias dos mártires. Decididos a voltar para a África, sua mãe falece em Óstia, porto próximo de Roma. Fala sobre seus últimos dias com a mãe, quando ela lhe diz que Deus atendeu a suas preces, e pode ver o filho católico antes de morrer. Narra os seus sofrimentos, de seu filho e de seu irmão durante os funerais, e como o testemunho de vida de Mônica os encheu de esperança. Por fim, agradece a Deus pela sua vida e a dela, e conclui as suas Confissões.

Algumas pistas para a reflexão...

Guia de estudos para as Confissões de Santo Agostinho: livro VIII

 




LIVRO 8:
A CONVERSÃO

 

Resumo: Agostinho narra as hesitações em se converter de vez. Busca o auxílio de um ancião, Simplício, que lhe narra a conversão de Vitorino, um célebre orador e que traduziu os escritos de Platão do grego para o latim. Narra a falta de firmeza de vontade e o combate entre o desejo de se entregar a Deus e a luxúria. Conhece a vida de santo Antão, juntamente com Alípio, a partir do relato de Ponticiano, um cidadão africano e alto dignitário da corte, que desejava a vida monástica, e esse relato atrai aos dois. Agostinho ainda hesita, e fala sobre as dificuldades em dominar sua vontade e discursa contra os maniqueus. Explica as dificuldades para superar a soberba e a vaidade, a descoberta da virtude da continência, enquanto Alípio o acompanhava. Por fim, atribulado diante da própria indecisão, cai em choro embaixo de uma figueira, quando ouve a resposta a suas perguntas na voz de uma criança que canta: “Toma e lê”, e ao abrir o livro de Romanos, se depara: “Não em orgias e bebedeiras, nem na devassidão e libertinagem, bem nas rixas e ciúmes. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não procureis satisfazer os desejos da carne”. Santa Mônica se alegra com a decisão de seu filho.

 

Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona: O problema do mal


 

LIVRO 7:
EM BUSCA DA VERDADE (Segunda parte)

Segue um texto para auxiliar a compreensão desse capítulo.

 

O problema do mal em santo Agostinho

Umas das grandes dúvidas que Agostinho enfrenta em seu processo de conversão é sobre o mal. Enquanto maniqueísta, acreditava em duas divindades, uma boa (Deus), criadora do espírito, e outra má, algumas vezes chamada de Satanás, que criou a matéria. A matéria seria má, enquanto o espírito, bom. Mas a primeira dificuldade de compreensão que ele enfrentava era sobre a realidade espiritual, cuja existência ele não conseguia conceber. 

Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona: Livro VII (Primeira parte)

 


LIVRO 7:
EM BUSCA DA VERDADE (Primeira parte)

 

Resumo: Esse é um livro onde Agostinho aborda suas dificuldades que o afastam da conversão. No início do livro, conhecemos um sobre as dificuldades
de Agostinho em conhecer a Deus, e também um pouco sobre Nebrídio, que é lembrado em seus argumentos para refutar os maniqueus. Vemos a reflexão de Agostinho sobre o mal (assunto esse que será tratado no próximo encontro), cuja concepção é o maior empecilho para que ele compreenda quem é Deus e porque precisa crer. Relembra o encontro com o médico Vindiciano e Nebrídio, que o ajudaram a se afastar da astrologia, e narra a história de Firmino, que nasceu ao mesmo tempo que um escravo, e ambos tiveram destinos bastante diferentes, usando isso para convencer este de que é uma ciência falsa. Narra sua resistência em se submeter a Cristo e o seu contato com a filosofia neoplatônica, a qual o ajuda a entender melhor a Sagrada Escritura. Compreendendo o problema do mal, refuta definitivamente o maniqueísmo, mas ainda tem dificuldades para aceitar Cristo.

Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona: Livro VI (segunda parte)

 

Agostinho, Alípio e Possídio

LIVRO 6:
AGOSTINHO AOS TRINTA ANOS (Segunda parte: a partir do parágrafo 11)

 

Resumo: Agostinho fala sobre seu amigo Alípio, seu ex-aluno, mas com vicío nos jogos de circo. Relata sua integridade e louva sua retidão. Também fala sobre Nebrídio, que abandonara sua casa para buscar a verdade e a sabedoria junto com Agostinho e Alípio. Fala sobre suas reflexões e a indecisão de se converter ao Senhor. Fala sobre o convite de Alípio a que abraçasse como ele a vida celibatária, mas confessa ser incapaz de viver a castidade, e tenta convencer o amigo a segui-lo. Nesse período, se afasta de sua concubina e sua mãe o convence a tomar como noiva com uma jovem de apenas doze anos, e precisa aguardá-la chegar à idade núbil. Fala sobre os projetos de morar em comunidade com os amigos, mas a ideia não avança por causa das esposas. Porém, acaba tomando outra mulher como concubina. Por fim, fala sobre suas discussões sobre o bem e o mal com Alípio e Nebrídio.

 

Questionamentos:

- Quais são suas impressões ao ler essa segunda parte do sexto livro? Quais frases mais te marcaram?


Algumas pistas para a reflexão...

+ A primeira personagem a aparecer nesse trecho é Alípio. Ele é um rapaz de reta intenção, mas é viciado no circo e nos espetáculos de gladiadores. Qual o impacto que a violência gratuita, oferecida como divertimento, causa em nossas almas?

+ Agostinho é catecúmeno, tinha se decidido a seguir a fé católica, mas ainda não havia se convertido. Confessa que só não se arrastava ainda mais no pecado por causa do medo do juízo. O que é, de fato, a conversão? Como conseguimos participar todas as semanas ou mesmo dias da Santa Missa e não se converter de coração?

+ Agostinho revela o desejo de viver em comunidade junto com seus amigos, mas que é impedido porque alguns são casados. Mais tarde, em outros escritos, ele falará sobre a comunidade formada dentro da família, que é reflexo da Santíssima Trindade. Quais as grandezas e dificuldades de uma vida em comunidade? Elas existem dentro do Matrimônio?

+Qual a importância das amizades para perseverar na conversão?


Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona: Livro VI (primeira parte)

 


LIVRO 6: AGOSTINHO AOS TRINTA ANOS (Primeira parte: 1-10, antes do encontro com Alípio)

Resumo: Agostinho fala do período dos 30 anos de idade. Sua mãe vai a Milão encontra-lo, mas não se admira quando o vê catecúmeno, pois sabe que ele ainda não se converteu e é arrastado pelas dúvidas. Fala de sua admiração com Ambrósio, mas acha duro demais o celibato. Compreende muitos conceitos que já percebia e tentava entender enquanto maniqueu, e percebe sua ignorância. Reflete sobre a crítica àquilo que pensava ser a Igreja e à doutrina católica, mas não eram elas de fato. Ainda hesita, porém, em acolher a fé católica. Por fim, um encontro com um mendigo o faz refletir sobre a felicidade e a busca da alegria.

Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona: Livro V (Da África à Itália)

Santo Agostinho e Santa Mônica ouvem Santo Ambrósio


LIVRO 5: DA ÁFRICA À ITÁLIA

Agostinho ouve
Fausto
Resumo: Agostinho fala do período dos 29 anos de idade. Ele sofre com dúvidas no maniqueísmo, e lhe recomendam esperar pela visita de Fausto, um dos “bispos”, mas o contato com ele é decepcionante: percebe que é uma pessoa com muita oratória, mas pouco conhecimento de fato. Decide se mudar para Roma, mas sua mãe é contrária, por isso a engana para embarcar escondido dela. Chegando em Roma, adoece, mas se recupera e continua seguindo os maniqueus. Fala sobre algumas doutrinas deles, e sua opinião na época sobre a fé católica. Trava contato com os céticos, que aumenta ainda mais suas dúvidas, e percebe que também entre os estudantes romanos há problemas. Começa a se interessar pelas Sagradas Escrituras, graças a Elpídio, que as discute contra os maniqueus, mas ainda insiste em conceber a “matéria espiritual”, que poderia resolver todas as suas dúvidas. Ao saber de uma vaga para professor em Milão, decide se candidatar, e lá conhece o bispo Ambrósio, que o atrai pela bondade e depois pelos discursos. Finalmente abandona o maniqueísmo e decide se tornar catecúmeno, mas ainda não adere à fé católica.

Questionamentos:

Gloriemo-nos também nós na Cruz do Senhor!


 Sermões de Santo Agostinho, bispo

(Sermo Guelferbytanus 3:PLS 2,545-546)

(Séc.V)


***


A Paixão de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é para nós penhor de glória e exemplo de paciência.


Haverá alguma coisa que não possam esperar da graça divina os corações dos fiéis, pelos quais o Filho unigênito de Deus, eterno como o Pai, não apenas quis nascer como homem entre os homens, mas quis também morrer pelas mãos dos homens que tinha criado?

Guia para leitura das Confissões de santo Agostinho: Livro 4

 


Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona

LIVRO 4: O PROFESSOR

Resumo: Agostinho fala do período de 19 a 28 anos de idade, enquanto leciona. Nesse período, fala sobre sua soberba e as práticas do maniqueísmo e da astrologia. Apresenta um relacionamento que tem com uma mulher, mas não teve com ela verdadeiro Matrimônio. Também é persuadido por amigos sobre a falsidade da astrologia, e perde um amigo próximo. Muda-se de Tagaste para Catargo, onde escreve livros sobre a beleza e a harmonia, e os dedica ao orador romano Hiério, o qual admira. Fala por fim sobre seu contato com as obras de Aristóteles e reflete sobre o seu orgulho. 

Guia para a leitura das Confissões de santo Agostinho: Livro III



 Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona

LIVRO 3: JOVEM ESTUDANTE

Resumo: Agostinho retoma seus estudos, após passar um ano em Tagaste por causa das condições financeiras de seu pai. Reflete sobre o amor e a seu desejo pelos amores mais frívolos, e é arrastado para mais pecados por influência do teatro e de seus companheiros. Nessa época, conhece o livro o Hortênsio de Cícero, e tem o primeiro contato com a Sagrada Escritura, porém as despreza. Nesse período também conhece a seita dos maniqueus, e faz uma reflexão sobre a moral e o agir do homem.

Ele nos narra um sonho de santa Mônica, e o encontro de sua mãe com um bispo.

Guia de Leitura para Confissões de Santo Agostinho: Livro 2

 


Guia para a leitura das “Confissões” de santo Agostinho de Hipona

LIVRO 2: OS DEZESSEIS ANOS

Resumo: Depois de falar sobre seus primeiros anos de vida, santo Agostinho reflete sobre o período dos seus dezesseis anos. É agora um adolescente, e por falta de recursos para continuar pagando os estudos do filho, o seu o pai pede que ele volte para a casa.

Santo Agostinho reflete sobre os motivos de sua Confissões e sobre a sua necessidade de amar e se sentir amado. Após retornar para a casa paterna, seus pais percebem que ele já é adolescente. Sua mãe está se preparando para o Batismo, enquanto seu pai é catecúmeno. Sua mãe o aconselha a evitar a luxúria, e propõe ao seu pai logo casá-lo, mas este prefere que ele continue os estudos.

Por fim, Agostinho narra os pecados e maldades da sua adolescência e faz uma reflexão sobre o pecado.

Orações a Santo Agostinho

 

Santo Agostinho nas Crônicas de Nuremberg

Oração à Santo Agostinho

Ó excelso doutor da graça, Santo Agostinho. Tu que contaste as maravilhas do amor misericordioso operado em tua alma, ajuda-nos a confiar sempre e unicamente na ajuda divina. Ajuda-nos, ó grande Santo Agostinho, a encontrar a Deus “eterna verdade. Verdadeira caridade, desejada eternidade”. Ensina-nos a crer e viver na graça, superando nossos erros e angústias. Acompanha-nos à vida eterna, para amar e louvar incessantemente ao Senhor. Amém! 

Santo Agostinho, rogai por nós.

Oração a Santo Agostinho (2)

Ó Santo Agostinho, sê para nós mestre de vida interior; faze que nela recuperemos a nós mesmos e que, voltemos ao interior de nossa alma, e que então possamos descobrir aí dentro, o reflexo, a presença e a ação de Deus. Dóceis ao convite de nosso verdadeiro ser, mais dóceis ainda ao mistério da sua graça, possamos alcançar a sabedoria com a verdade; com a verdade, o amor; com amor, a plenitude da vida que é Deus. Amém. (Paulo VI)

Santo Agostinho, rogai por nós.

Oração a Santo Agostinho (3)

Senhor, a ti que desejo ir: o que te peço, ainda, é que digas como alcançar-te. Se nos abandonas, perecemos. Mas tu não nos abandonas, porque é o sumo bem, a quem todos encontram, quando retamente te procuram. Ensina-me, pois, ó Pai, a procurar-te, liberta-me do erro, faze que, na minha busca, nada que não seja tu apresente-se em meu caminho. Pois, visto ser verdade que a ninguém mais desejo senão a ti, faze, eu te suplico, ó Pai, que eu possa encontrar-te. 

Mas, se ainda subsiste em mim algum desejo vão, despoja-me dele. Purifica-me, tu mesmo, e torna-me capaz de te ver. Permite-me, enquanto tiver de conduzir e levar este meu corpo, que eu seja puro, magnânimo, justo e prudente, perfeito amante e conhecedor de tua sabedoria. Torna-me digno da tua morada e que possa assim vir a habitar no teu beatíssimo Reino. Assim seja! (Solilóquios 1,6 )

Santo Agostinho, rogai por nós.



Guia de leitura para Confissões de Santo Agostinho: Livro I

 

Santo Agostinho levado à escola por santa Mônica,
por Niccolò di Pietro 1413–15

Atualmente, estamos estudando as Confissões de Santo Agostinho, onde se podem perceber diversos conceitos da Teologia do Corpo sendo explanados e refletidos por esse grande santo, como o desejo enquanto capaz de conduzir o homem para Deus, se bem direcionado, o amor humano divino e humano, o desejo do homem de ser amado, a solidão original, entre outros.

Colocamos à disposição um guia para a leitura, a fim de auxiliar o estudo e reflexão dos participantes.