A voz da rola se escuta em nossa terra
Do “Nicán Mopohua”, relato do escritor indígena do século dezesseis Dom Antônio Valeriano
(“Nican Mopohua”, 12ª edición, Buena Prensa, México, D.F., 1971, p. 3-19.21) (Séc. XVI)
Num sábado de mil e quinhentos e trinta e um, perto do mês de dezembro, um índio de nome Juan Diego, mal raiava a madrugada, ia do seu povoado a Tlatelolco, para participar do culto divino e escutar os mandamentos de Deus. Já amanhecia, quando chegou ao cerrito chamado Tepeyac e escutou que do alto o chamavam:
